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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O lava-pés

O versículo 12 revela que Jesus havia tirado suas vestes antes de se agachar para lavar os pés de seus discípulos. Veja o que diz: "Depois que lhes lavou os pés, e tomou as suas vestes, e se assentou outra vez à mesa, disse-lhes: Entendeis o que vos tenho feito?".

Nenhum de nós teria sido salvo se Jesus não tivesse tirado suas vestes celestiais para descer ao mundo e dar a vida por nós. Ao lavar os pés de seus discípulos Jesus mostra isso e também nos deixa um exemplo.

Vivemos hoje na condição de Laodicéia, o último estado da igreja em Apocalipse 3. "Sou rica e bem sucedida", diz ela, "e não preciso de coisa alguma". E realmente assim é, se considerarmos os números, os templos e as realizações daquilo que é identificado como cristandade. Mas o Senhor a chama de infeliz, miserável, pobre, cega e nua, e ainda aconselha que compre ouro provado ao fogo, roupas limpas para cobrir sua nudez, e colírio para poder enxergar.

Volta e meia aqueles discípulos eram flagrados comparando-se uns aos outros para ver qual deles ganharia um lugar de destaque, ao lado de Jesus. Agora eles entendem que, se quiserem ocupar um lugar ao lado de Jesus nesta vida, terão de se agachar e lavar pés encardidos.

"Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou".

Você não precisa de muito colírio para enxergar que Jesus não está falando de água e sabão. Ele não está instituindo um ritual, mas mostrando o espírito com o qual devemos agir uns para com os outros. Quando você vê altos dignitários do mundo religioso, ricamente vestidos e literalmente lavando os pés de seus seguidores, pode ter certeza de que não é disso que Jesus está falando aqui.

Já vimos que a água é uma figura da Palavra de Deus; que todo aquele que é nascido de novo foi gerado por essa mesma "água" e está limpo aos olhos de Deus, e que nossos pés ficam sujos pelo contato com a degradação do mundo. Vimos também que Jesus desceu ao mais baixo para nos abençoar. E então, como abençoar nossos irmãos? Lavando seus pés com uma bacia e um pouco de água?

Jesus nos ensina a nos diminuirmos diante de nossos irmãos, e aplicarmos neles a revigorante Palavra de Deus. Todas as vezes que você leva uma palavra de exortação, consolo ou edificação a alguém, em um espírito de humildade e mansidão, está praticando o lava-pés.



Mário Persona

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

OS 7 MILAGRES

Até o capítulo 12 do evangelho de João vimos Jesus enfrentando a incredulidade dos judeus. O capítulo 13 é um divisor de águas. Jesus aparece literalmente um andar acima desse cenário de incredulidade. Nós o encontramos, antes da Páscoa, jantando com seus discípulos num cenáculo, que era o andar superior de uma casa.

Até aqui Jesus efetuou sete sinais ou milagres que também servem para mostrar como ele liberta o pecador e o coloca neste andar superior de comunhão com ele. O primeiro foi ao transformar água em vinho numa festa de casamento. Se você evita Jesus por achar que ele é um estraga prazeres, por que você acha que resolveu o problema da falta de vinho? Ele quer transformar a água da Palavra de Deus no vinho da alegria em seu coração. O Salmo 104 diz que "o vinho alegra o coração do homem".

Depois vimos Jesus curando o filho de um nobre. Nobreza, riqueza e fama não são garantias de uma vida sem problemas. Visite um hospital ou cemitério e verá que neles há ricos e pobres, chefes e subordinados, famosos e anônimos. Só Jesus pode resolver aquilo que dinheiro e posição não podem: curar você de seu pecado, que é a verdadeira causa da morte e da perdição.

Em seguida nós o vimos à beira do tanque de Betesda curando um homem incapaz de se mover. Como aquele paralítico, você é incapaz de se aproximar um centímetro sequer da cura de sua alma. É Jesus quem encontra você e o liberta, como fez com o homem à beira do tanque.

No capítulo 6 ele alimentou cinco mil pessoas famintas e necessitadas. É só em Jesus que você encontra o alimento e a energia para sua vida diária. Cristo é o pão do céu. No mesmo capítulo encontramos os discípulos em meio às ondas de um mar revolto. "Não temais", diz ele. Oras, não são estas as palavras que você gostaria de ouvir quando as tempestades desta vida parecem querer acabar com você?

O cego de nascença passou a ver no capítulo 9. É impossível você enxergar o mundo espiritual a menos que seja tocado pelo poder de Cristo. Ele pode tirar a venda que o impede de enxergar a formosura de um Salvador que deu sua vida para tirar você das trevas.

Finalmente, o sétimo milagre foi o morto Lázaro sair vivo da sepultura. A Bíblia diz que estamos mortos em "ofensas e pecados". O que um morto pode fazer por si mesmo? Absolutamente nada. Então por que você tem tentado fazer algo para se salvar? Lembre-se de uma vez por todas: o que precisava ser feito Jesus já fez.

Você só precisa crer nisso!

Mario Persona

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Espere em Deus


Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada. - Romanos 8:18.

Em nenhum lugar da Bíblia diz que estamos isentos dos problemas e das catástrofes naturais que vêm ao mundo. Deus nos ensina que podemos enfrentar tribulação, crise, desastre, problema e sofrimento pessoal com um poder sobrenatural, poder este que está disponível para as pessoas que têm fé em Cristo.

Alguns confiam no governo, outros confiam em médicos, outros esperam ajuda da comunidade. Nós porém precisamos confiar em Deus. Tudo pode falhar, menos ele.

Os primeiros cristãos foram capazes de experimentar a alegria em seus corações em meio a provações, aflições e depressão. Pois é justamente em meio aos problemas que a nossa fé amadurece.

Pedimos à Deus: “aumente a nossa fé” Mas não queremos problemas; a única maneira de termos nossa fé aumentada é em meio aos problemas da vida. Ninguém tem um aumento na fé quando as coisas estão perfeitas ao seu redor; ninguém tem crescimento no seu relacionamento com Deus quando tudo lhe vai bem.

É entre as aflições que crescemos.

Podemos nos alegrar nas tribulações e nos problemas, porque eles têm um valor para a eternidade. São as angústias da alma que nos fazem fortes e nos aproximam mais de Deus. É em meio às tempestades que buscamos abrigo. Então, neste abrigo, começamos a nos relacionar mais com nosso Pai Celeste, e isso tem uma importância fundamental para nosso futuro eterno.


Buscai o Reino

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Pontos: Fortes ou fracos?


Cada pessoa tem pontos fortes e pontos fracos, o que é natural a todos.
De acordo com a valorização que a sociedade dá a determinada característica, o indivíduo será potencialmente considerado bem-sucedido ou não.

Porém, quando nos convertemos, torna-se necessário que tais características sejam submetidas ao Espírito para que o fruto produzido venha da vida de Jesus e não de nossa força natural.

Temos uma tendência natural de exibir os pontos fortes, tentando, consciente ou inconscientemente, impressionar os outros.
Se formos mais a fundo, descobriremos que a motivação por trás do show de pontos fortes pode ser nossa tendência ainda maior de esconder os pontos fracos.

Em resumo, temos dificuldades em lidar, de maneira adequada, com nossas características.

Pense nisso!

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A profecia do rabino Judá ben Samuel



Quem foi Judá ben Samuel?

Judá ben Samuel de Regensburg (1140 – 1217) foi um rabino judeu alemão que, antes de sua morte em 1217 d.C., supostamente profetizou a respeito da nação de Israel.

Ben Samuel teria profetizado que o Império Otomano turco reinaria sobre a Cidade Santa de Jerusalém por oito jubileus. Um jubileo é um período de 50 anos de acordo com Levíticos 25:8-13. Portanto, oito jubileus seriam o equivalente a 400 anos.

Aparentemente de acordo ao previsto por ben Samuel, 300 anos depois (1517) os turcos do Império Otomano tomaram o controle de Jerusalém e a dominaram pelos próximos 400 anos. Eles foram finalmente expulsos da Terra Santa em 1917 pelas forças aliadas, sob o comando do General George Allenby, sem que um tiro fosse disparado. A profecia do rabino a respeito do período de 400 anos aparentemente se cumpriu com exatidão.

O rabino teria profetizado também que no nono jubileu (450 anos a serem contados a partir da invasão turca em 1517) Jerusalém se tornaria uma “terra de ninguém”. Isso ocorreu entre 1917 e 1967, devido ao fato de que Jerusalém foi colocada sob o domínio do Mandato Britânico em 1917 pela Liga das Nações e literalmente não pertencia a nenhuma nação.

Mesmo depois da Guerra da Independência de Israel (1948-49), Jerusalém ainda estava dividida por uma faixa de terra que cortava o coração da cidade, separando o domínio da Jordânia (ao leste) do domínio israelense (a oeste). A faixa de Jerusalém era chamada de “terra de ninguém” tanto por israelenses como por jordanianos. Qualquer pessoa que atravessasse esta faixa era alvejada a tiros.

Isso mudou somente após a Guerra dos Seis Dias (1967), quando toda a parte leste de Jerusalém foi conquistada por tropas israelenses e toda a cidade passou a estar sob domínio de Israel. Aparentemente, uma vez mais a profecia feita pelo rabino se cumpriu com exatidão 750 anos depois de sua morte.

Supostamente, o rabino também profetizou que no décimo jubileu (500 anos a serem contados a partir da invasão turca em 1517), Jerusalém voltaria a estar sob o domínio dos judeus depois de mais de dois milênios de diáspora judaica, e o reinado messiânico se iniciaria no final deste período. O décimo jubileu se iniciou em 1967 e terminará em 2017.

Será?

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

AOS PREGAMORES DO EVANGELHO!

Pregar o Evangelho com palavras e com a dedicação de quem vive apenas para fazê-lo, é como a existência de um cozinheiro, cujos elementos usados para cozinhar são encontrados apenas no jardim/pomar da Palavra que esteja plantada em seu coração.

Encontrados os elementos, o cozinheiro os põe nas panelas de seu ser para preparar.

Uma vez que tudo esteja pronto nele/panela, ele, que é também o Chef, prova antes em si mesmo, e, estando bom, ele serve aos demais.

O problema é o pregador Fastfood...

Ele compra pronto...

Ele encomenda...

Ele pede no Delivery...

Ele tem que viver fazendo promoções...

Assim, o negócio da vida dele passa ser o de dono de restaurante de franquias consagradas...

Pregador!

Seja uma pregamor!

Sirva apenas o que for comida verdadeira em seu próprio coração, alimento plantado nele, colhido nele, e preparado por você, em você, para você; e, depois, só depois, para os outros; aos quais você servirá com alegria de um servo que se apresenta diante do Rei com os melhores e mais excelentes pratos, tanto em sabores quanto na saúde de seus conteúdos.



Caio

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Crentolândia

É um lugar muito bonito, com o sol radiante no céu. Esse lugar tem muitos crentes usados, que tem uma vida com Deus, lêem todos os dias o versículo: “Posso todas as coisas Naquele que me fortalece”, eles simplesmente adoram esse versículo, pois lhes dão uma certa segurança.

Vivem uma vida abençoada em suas igrejas, não se contaminam com as coisas do mundo, até porque, eles ignoram o mundo completamente.

Na Crentolândia eles gostam muito de louvar a Deus, mais o engraçado é que os louvores apenas falam deles mesmos, sobre suas dificuldades, seus problemas, é como um afago em seus corações, e ainda fecham os olhos para cantarem para si próprios.

Nesse lugar há muitas festividades, há festividades de missões, de evangelismo, de ação social, mas o interessante é que as pregações são feitas para os crentes das igrejas e não para os perdidos, é tudo teoria de como se faz, mas nenhuma prática, nada palpável, apenas teorias e boas ideias.

Mas com certeza são irmãos que oram, seus principais clamores são para si mesmos, como por exemplo:“Senhor Jeová, sou tua(teu) serva(o), por isso não aceito essa situação na minha vida, tenho caminhado no centro da tua vontade, por isso Senhor, faça justiça, nem que o Senhor tire do ímpio para dar ao justo, mas faça algo, pra honra e gloria do Teu Santo Nome. Amem”. Boa oração né? (Digna de uma completa rejeição.)

Nesse lugar a igreja é quem está no centro do universo, e não Deus, na verdade Deus, nesse lugar é apenas um mordomo, o mais dedicado a fazer o lhes apraz, na Crentolândia, não é a terra quem gira em volta do sol, mas o contrario, é o sol quem segue a orbita da terra. Nesse lugar não existe igreja missionária, mas sim igreja patrocinadora de missões.

Os crentes desse lugar são como crianças com medo de sair, pois acham que é perigoso lá fora. Então os corajosos, que arriscam, posteriormente são abandonados, pois o que é divertido mesmo é ornamentar a igreja para atrair mais membros.

Isso é normal, até porque, os crentes desse lugar tem que comer o melhor da terra, e além do mais eles estão no “Centro da Vontade de Deus”.


Celeste

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