Mas Jesus se aproximou, tocou neles e disse: "Levantem-se! Não tenham medo!" - Mateus 17:7.
Hoje, muitas pessoas estão vivendo na escravidão do medo. Um recente estudo de um psiquiatra disse que o maior problema enfrentado pelos seus pacientes nos últimos 10 anos foi o medo. O medo de ficar louco, de cometer suicídio, o medo da solidão, o medo de doenças cardíacas, câncer, o medo do escuro e de fantasmas, o medo dos desastres ou da morte. Temos medo de assaltos e roubos, medo de perder alguém que se amamos, medo de perder o emprego, medo de quase tudo...
Estamos nos tornando pessoas medrosas. Parece que adotamos o medo como nosso companheiro diário. Em tudo que vamos fazer levamos um pouco de medo e insegurança, seja nos negócios ou nos relacionamentos. Adotamos o medo como o “nosso querido medo”. Muitas vezes esse medo está mais presente em nossas vidas do que o próprio Deus, isso nos paralisa e limita nossa percepção da presença de Deus.
Um pouco de medo pode ser saudável, mas medo de tudo é doença.
O medo só nos mostra que não sabemos a força que Deus tem!
Ao longo dos séculos em momentos de dificuldade, de tentação, de julgamento, de luto e de crises, Deus sempre trouxe coragem aos corações daqueles que o amam. A Bíblia está repleta de palavras de ajuda e conforto para cada tipo de medo que possa surgir no coração humano.
Hoje todas as pessoas podem vir à Deus com a plena certeza que Ele vai entregar a completa confiança e segurança em suas mãos.
Podem olhar para o futuro com a promessa, esperança e alegria; sem medo, desânimo ou abatimento, sabendo que Deus proverá todas as coisas necessárias para aqueles que o amam.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
O falso apóstolo
Ao lavar os pés dos discípulos Jesus revela fazer isso porque apenas os seus pés precisavam ser limpos do contato com o mundo. No mais todos estavam limpos por terem sido gerados de novo pela Palavra de Deus. Exceto um: Judas.
Aqui vemos um apóstolo que recebeu privilégios iguais aos dos outros, porém em quem a água da Palavra não tem qualquer efeito. Judas andou com o Senhor, mas tinha outra agenda. Seu pensamento e propósito estavam focados no que ele poderia lucrar seguindo a Jesus.
O final do capítulo 6 deste evangelho deixa claro que Jesus o escolheu, mesmo sabendo qual seria a sua intenção: "Não vos escolhi a vós os doze? e um de vós é um diabo. E isto dizia ele de Judas Iscariotes, filho de Simão; porque este o havia de entregar, sendo um dos doze."
À semelhança daqueles descritos no capítulo 6 de Hebreus, Judas foi iluminado, provou o dom celestial, se fez participante do Espírito Santo, e provou a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro. Faltou crer, que é a condição essencial para ser salvo. Era impossível alguém assim ser renovado para o arrependimento.
Depois de lavar os pés de seus discípulos - inclusive de Judas - Jesus revela existir ali um traidor, para que os outros possam identificá-lo quando chegar a hora. Ele cita a profecia do Salmo 41, escrita mil anos antes: "Até o meu próprio amigo íntimo, em quem eu tanto confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar".
Jesus diz: "Desde agora vo-lo digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, acrediteis que EU SOU". Ele usa novamente a expressão que Jeová usou ao se revelar a Moisés: "EU SOU". Trair a Jesus é trair o próprio Deus. Quem faz isso não fica impune.
Os discípulos nem imaginam quem é o traidor, e isso demonstra o quanto Judas era parecido com os outros apóstolos. Ninguém desconfiaria dele, como muitos hoje nem desconfiam dos lobos vestidos de cordeiro infiltrados nos templos e canais de rádio e TV.
Mas Jesus faz um alerta: "Quem receber aquele que eu enviar, a mim me recebe; e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou". Por mais incrível que possa parecer, Judas havia sido enviado junto com os outros pelo próprio Senhor para pregar as boas novas.
Se você se recusa a crer em Jesus por causa dos picaretas que estão por aí pregando o evangelho, saiba que, para Deus, essa desculpa não cola. Você é convidado a crer em Jesus, o Salvador, e não em quem prega esse nome. Ao referir-se aos falsos pregadores, Paulo escreveu: "Mas que importa? Contanto que, de toda maneira, ou por pretexto ou de verdade, Cristo seja anunciado, nisto me regozijo".
Mário Persona
Aqui vemos um apóstolo que recebeu privilégios iguais aos dos outros, porém em quem a água da Palavra não tem qualquer efeito. Judas andou com o Senhor, mas tinha outra agenda. Seu pensamento e propósito estavam focados no que ele poderia lucrar seguindo a Jesus.
O final do capítulo 6 deste evangelho deixa claro que Jesus o escolheu, mesmo sabendo qual seria a sua intenção: "Não vos escolhi a vós os doze? e um de vós é um diabo. E isto dizia ele de Judas Iscariotes, filho de Simão; porque este o havia de entregar, sendo um dos doze."
À semelhança daqueles descritos no capítulo 6 de Hebreus, Judas foi iluminado, provou o dom celestial, se fez participante do Espírito Santo, e provou a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro. Faltou crer, que é a condição essencial para ser salvo. Era impossível alguém assim ser renovado para o arrependimento.
Depois de lavar os pés de seus discípulos - inclusive de Judas - Jesus revela existir ali um traidor, para que os outros possam identificá-lo quando chegar a hora. Ele cita a profecia do Salmo 41, escrita mil anos antes: "Até o meu próprio amigo íntimo, em quem eu tanto confiava, que comia do meu pão, levantou contra mim o seu calcanhar".
Jesus diz: "Desde agora vo-lo digo, antes que aconteça, para que, quando acontecer, acrediteis que EU SOU". Ele usa novamente a expressão que Jeová usou ao se revelar a Moisés: "EU SOU". Trair a Jesus é trair o próprio Deus. Quem faz isso não fica impune.
Os discípulos nem imaginam quem é o traidor, e isso demonstra o quanto Judas era parecido com os outros apóstolos. Ninguém desconfiaria dele, como muitos hoje nem desconfiam dos lobos vestidos de cordeiro infiltrados nos templos e canais de rádio e TV.
Mas Jesus faz um alerta: "Quem receber aquele que eu enviar, a mim me recebe; e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou". Por mais incrível que possa parecer, Judas havia sido enviado junto com os outros pelo próprio Senhor para pregar as boas novas.
Se você se recusa a crer em Jesus por causa dos picaretas que estão por aí pregando o evangelho, saiba que, para Deus, essa desculpa não cola. Você é convidado a crer em Jesus, o Salvador, e não em quem prega esse nome. Ao referir-se aos falsos pregadores, Paulo escreveu: "Mas que importa? Contanto que, de toda maneira, ou por pretexto ou de verdade, Cristo seja anunciado, nisto me regozijo".
Mário Persona
Postado por
Sandro
às
07:53
6
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
engano,
ensino,
falso apóstolo
Siga @sandroduarte7
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
O lava-pés
O versículo 12 revela que Jesus havia tirado suas vestes antes de se agachar para lavar os pés de seus discípulos. Veja o que diz: "Depois que lhes lavou os pés, e tomou as suas vestes, e se assentou outra vez à mesa, disse-lhes: Entendeis o que vos tenho feito?".
Nenhum de nós teria sido salvo se Jesus não tivesse tirado suas vestes celestiais para descer ao mundo e dar a vida por nós. Ao lavar os pés de seus discípulos Jesus mostra isso e também nos deixa um exemplo.
Vivemos hoje na condição de Laodicéia, o último estado da igreja em Apocalipse 3. "Sou rica e bem sucedida", diz ela, "e não preciso de coisa alguma". E realmente assim é, se considerarmos os números, os templos e as realizações daquilo que é identificado como cristandade. Mas o Senhor a chama de infeliz, miserável, pobre, cega e nua, e ainda aconselha que compre ouro provado ao fogo, roupas limpas para cobrir sua nudez, e colírio para poder enxergar.
Volta e meia aqueles discípulos eram flagrados comparando-se uns aos outros para ver qual deles ganharia um lugar de destaque, ao lado de Jesus. Agora eles entendem que, se quiserem ocupar um lugar ao lado de Jesus nesta vida, terão de se agachar e lavar pés encardidos.
"Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou".
Você não precisa de muito colírio para enxergar que Jesus não está falando de água e sabão. Ele não está instituindo um ritual, mas mostrando o espírito com o qual devemos agir uns para com os outros. Quando você vê altos dignitários do mundo religioso, ricamente vestidos e literalmente lavando os pés de seus seguidores, pode ter certeza de que não é disso que Jesus está falando aqui.
Já vimos que a água é uma figura da Palavra de Deus; que todo aquele que é nascido de novo foi gerado por essa mesma "água" e está limpo aos olhos de Deus, e que nossos pés ficam sujos pelo contato com a degradação do mundo. Vimos também que Jesus desceu ao mais baixo para nos abençoar. E então, como abençoar nossos irmãos? Lavando seus pés com uma bacia e um pouco de água?
Jesus nos ensina a nos diminuirmos diante de nossos irmãos, e aplicarmos neles a revigorante Palavra de Deus. Todas as vezes que você leva uma palavra de exortação, consolo ou edificação a alguém, em um espírito de humildade e mansidão, está praticando o lava-pés.
Mário Persona
Nenhum de nós teria sido salvo se Jesus não tivesse tirado suas vestes celestiais para descer ao mundo e dar a vida por nós. Ao lavar os pés de seus discípulos Jesus mostra isso e também nos deixa um exemplo.
Vivemos hoje na condição de Laodicéia, o último estado da igreja em Apocalipse 3. "Sou rica e bem sucedida", diz ela, "e não preciso de coisa alguma". E realmente assim é, se considerarmos os números, os templos e as realizações daquilo que é identificado como cristandade. Mas o Senhor a chama de infeliz, miserável, pobre, cega e nua, e ainda aconselha que compre ouro provado ao fogo, roupas limpas para cobrir sua nudez, e colírio para poder enxergar.
Volta e meia aqueles discípulos eram flagrados comparando-se uns aos outros para ver qual deles ganharia um lugar de destaque, ao lado de Jesus. Agora eles entendem que, se quiserem ocupar um lugar ao lado de Jesus nesta vida, terão de se agachar e lavar pés encardidos.
"Ora, se eu, Senhor e Mestre, vos lavei os pés, vós deveis também lavar os pés uns aos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. Na verdade, na verdade vos digo que não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou".
Você não precisa de muito colírio para enxergar que Jesus não está falando de água e sabão. Ele não está instituindo um ritual, mas mostrando o espírito com o qual devemos agir uns para com os outros. Quando você vê altos dignitários do mundo religioso, ricamente vestidos e literalmente lavando os pés de seus seguidores, pode ter certeza de que não é disso que Jesus está falando aqui.
Já vimos que a água é uma figura da Palavra de Deus; que todo aquele que é nascido de novo foi gerado por essa mesma "água" e está limpo aos olhos de Deus, e que nossos pés ficam sujos pelo contato com a degradação do mundo. Vimos também que Jesus desceu ao mais baixo para nos abençoar. E então, como abençoar nossos irmãos? Lavando seus pés com uma bacia e um pouco de água?
Jesus nos ensina a nos diminuirmos diante de nossos irmãos, e aplicarmos neles a revigorante Palavra de Deus. Todas as vezes que você leva uma palavra de exortação, consolo ou edificação a alguém, em um espírito de humildade e mansidão, está praticando o lava-pés.
Mário Persona
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
OS 7 MILAGRES
Até o capítulo 12 do evangelho de João vimos Jesus enfrentando a incredulidade dos judeus. O capítulo 13 é um divisor de águas. Jesus aparece literalmente um andar acima desse cenário de incredulidade. Nós o encontramos, antes da Páscoa, jantando com seus discípulos num cenáculo, que era o andar superior de uma casa.
Até aqui Jesus efetuou sete sinais ou milagres que também servem para mostrar como ele liberta o pecador e o coloca neste andar superior de comunhão com ele. O primeiro foi ao transformar água em vinho numa festa de casamento. Se você evita Jesus por achar que ele é um estraga prazeres, por que você acha que resolveu o problema da falta de vinho? Ele quer transformar a água da Palavra de Deus no vinho da alegria em seu coração. O Salmo 104 diz que "o vinho alegra o coração do homem".
Depois vimos Jesus curando o filho de um nobre. Nobreza, riqueza e fama não são garantias de uma vida sem problemas. Visite um hospital ou cemitério e verá que neles há ricos e pobres, chefes e subordinados, famosos e anônimos. Só Jesus pode resolver aquilo que dinheiro e posição não podem: curar você de seu pecado, que é a verdadeira causa da morte e da perdição.
Em seguida nós o vimos à beira do tanque de Betesda curando um homem incapaz de se mover. Como aquele paralítico, você é incapaz de se aproximar um centímetro sequer da cura de sua alma. É Jesus quem encontra você e o liberta, como fez com o homem à beira do tanque.
No capítulo 6 ele alimentou cinco mil pessoas famintas e necessitadas. É só em Jesus que você encontra o alimento e a energia para sua vida diária. Cristo é o pão do céu. No mesmo capítulo encontramos os discípulos em meio às ondas de um mar revolto. "Não temais", diz ele. Oras, não são estas as palavras que você gostaria de ouvir quando as tempestades desta vida parecem querer acabar com você?
O cego de nascença passou a ver no capítulo 9. É impossível você enxergar o mundo espiritual a menos que seja tocado pelo poder de Cristo. Ele pode tirar a venda que o impede de enxergar a formosura de um Salvador que deu sua vida para tirar você das trevas.
Finalmente, o sétimo milagre foi o morto Lázaro sair vivo da sepultura. A Bíblia diz que estamos mortos em "ofensas e pecados". O que um morto pode fazer por si mesmo? Absolutamente nada. Então por que você tem tentado fazer algo para se salvar? Lembre-se de uma vez por todas: o que precisava ser feito Jesus já fez.
Você só precisa crer nisso!
Mario Persona
Até aqui Jesus efetuou sete sinais ou milagres que também servem para mostrar como ele liberta o pecador e o coloca neste andar superior de comunhão com ele. O primeiro foi ao transformar água em vinho numa festa de casamento. Se você evita Jesus por achar que ele é um estraga prazeres, por que você acha que resolveu o problema da falta de vinho? Ele quer transformar a água da Palavra de Deus no vinho da alegria em seu coração. O Salmo 104 diz que "o vinho alegra o coração do homem".
Depois vimos Jesus curando o filho de um nobre. Nobreza, riqueza e fama não são garantias de uma vida sem problemas. Visite um hospital ou cemitério e verá que neles há ricos e pobres, chefes e subordinados, famosos e anônimos. Só Jesus pode resolver aquilo que dinheiro e posição não podem: curar você de seu pecado, que é a verdadeira causa da morte e da perdição.
Em seguida nós o vimos à beira do tanque de Betesda curando um homem incapaz de se mover. Como aquele paralítico, você é incapaz de se aproximar um centímetro sequer da cura de sua alma. É Jesus quem encontra você e o liberta, como fez com o homem à beira do tanque.
No capítulo 6 ele alimentou cinco mil pessoas famintas e necessitadas. É só em Jesus que você encontra o alimento e a energia para sua vida diária. Cristo é o pão do céu. No mesmo capítulo encontramos os discípulos em meio às ondas de um mar revolto. "Não temais", diz ele. Oras, não são estas as palavras que você gostaria de ouvir quando as tempestades desta vida parecem querer acabar com você?
O cego de nascença passou a ver no capítulo 9. É impossível você enxergar o mundo espiritual a menos que seja tocado pelo poder de Cristo. Ele pode tirar a venda que o impede de enxergar a formosura de um Salvador que deu sua vida para tirar você das trevas.
Finalmente, o sétimo milagre foi o morto Lázaro sair vivo da sepultura. A Bíblia diz que estamos mortos em "ofensas e pecados". O que um morto pode fazer por si mesmo? Absolutamente nada. Então por que você tem tentado fazer algo para se salvar? Lembre-se de uma vez por todas: o que precisava ser feito Jesus já fez.
Você só precisa crer nisso!
Mario Persona
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Espere em Deus
Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada. - Romanos 8:18.
Em nenhum lugar da Bíblia diz que estamos isentos dos problemas e das catástrofes naturais que vêm ao mundo. Deus nos ensina que podemos enfrentar tribulação, crise, desastre, problema e sofrimento pessoal com um poder sobrenatural, poder este que está disponível para as pessoas que têm fé em Cristo.
Alguns confiam no governo, outros confiam em médicos, outros esperam ajuda da comunidade. Nós porém precisamos confiar em Deus. Tudo pode falhar, menos ele.
Os primeiros cristãos foram capazes de experimentar a alegria em seus corações em meio a provações, aflições e depressão. Pois é justamente em meio aos problemas que a nossa fé amadurece.
Pedimos à Deus: “aumente a nossa fé” Mas não queremos problemas; a única maneira de termos nossa fé aumentada é em meio aos problemas da vida. Ninguém tem um aumento na fé quando as coisas estão perfeitas ao seu redor; ninguém tem crescimento no seu relacionamento com Deus quando tudo lhe vai bem.
É entre as aflições que crescemos.
Podemos nos alegrar nas tribulações e nos problemas, porque eles têm um valor para a eternidade. São as angústias da alma que nos fazem fortes e nos aproximam mais de Deus. É em meio às tempestades que buscamos abrigo. Então, neste abrigo, começamos a nos relacionar mais com nosso Pai Celeste, e isso tem uma importância fundamental para nosso futuro eterno.
Buscai o Reino
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Pontos: Fortes ou fracos?
Cada pessoa tem pontos fortes e pontos fracos, o que é natural a todos.
De acordo com a valorização que a sociedade dá a determinada característica, o indivíduo será potencialmente considerado bem-sucedido ou não.
Porém, quando nos convertemos, torna-se necessário que tais características sejam submetidas ao Espírito para que o fruto produzido venha da vida de Jesus e não de nossa força natural.
Temos uma tendência natural de exibir os pontos fortes, tentando, consciente ou inconscientemente, impressionar os outros.
Se formos mais a fundo, descobriremos que a motivação por trás do show de pontos fortes pode ser nossa tendência ainda maior de esconder os pontos fracos.
Em resumo, temos dificuldades em lidar, de maneira adequada, com nossas características.
Pense nisso!
Postado por
Sandro
às
14:46
8
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
reflexão
Siga @sandroduarte7
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
A profecia do rabino Judá ben Samuel
Quem foi Judá ben Samuel?
Judá ben Samuel de Regensburg (1140 – 1217) foi um rabino judeu alemão que, antes de sua morte em 1217 d.C., supostamente profetizou a respeito da nação de Israel.
Ben Samuel teria profetizado que o Império Otomano turco reinaria sobre a Cidade Santa de Jerusalém por oito jubileus. Um jubileo é um período de 50 anos de acordo com Levíticos 25:8-13. Portanto, oito jubileus seriam o equivalente a 400 anos.
Aparentemente de acordo ao previsto por ben Samuel, 300 anos depois (1517) os turcos do Império Otomano tomaram o controle de Jerusalém e a dominaram pelos próximos 400 anos. Eles foram finalmente expulsos da Terra Santa em 1917 pelas forças aliadas, sob o comando do General George Allenby, sem que um tiro fosse disparado. A profecia do rabino a respeito do período de 400 anos aparentemente se cumpriu com exatidão.
O rabino teria profetizado também que no nono jubileu (450 anos a serem contados a partir da invasão turca em 1517) Jerusalém se tornaria uma “terra de ninguém”. Isso ocorreu entre 1917 e 1967, devido ao fato de que Jerusalém foi colocada sob o domínio do Mandato Britânico em 1917 pela Liga das Nações e literalmente não pertencia a nenhuma nação.
Mesmo depois da Guerra da Independência de Israel (1948-49), Jerusalém ainda estava dividida por uma faixa de terra que cortava o coração da cidade, separando o domínio da Jordânia (ao leste) do domínio israelense (a oeste). A faixa de Jerusalém era chamada de “terra de ninguém” tanto por israelenses como por jordanianos. Qualquer pessoa que atravessasse esta faixa era alvejada a tiros.
Isso mudou somente após a Guerra dos Seis Dias (1967), quando toda a parte leste de Jerusalém foi conquistada por tropas israelenses e toda a cidade passou a estar sob domínio de Israel. Aparentemente, uma vez mais a profecia feita pelo rabino se cumpriu com exatidão 750 anos depois de sua morte.
Supostamente, o rabino também profetizou que no décimo jubileu (500 anos a serem contados a partir da invasão turca em 1517), Jerusalém voltaria a estar sob o domínio dos judeus depois de mais de dois milênios de diáspora judaica, e o reinado messiânico se iniciaria no final deste período. O décimo jubileu se iniciou em 1967 e terminará em 2017.
Será?
Postado por
Sandro
às
11:31
11
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Profecia
Siga @sandroduarte7
Assinar:
Postagens (Atom)






