Por Rubinho Pirola
Como é difícil esperar. Pelos outros, pelos processos, pelos frutos, pelos resultados... Esperar pela resposta do organismo a um medicamento, pelo resultado de um trabalho feito,... Não é, definitivamente fácil, esperar pelo que não está nas nossas mãos.
Isso exige de nós paciência, confiança e perseverança.
Essa, aliás, parece a coisa mais difícil ainda, quando se pensa no caminhar do crente, esse que, como o nome diz: "Olha com os olhos da fé, para o que está além das circunstâncias", mesmo que não seja ele um religioso. Um cientista ateu, tem igualmente que saber esperar pelas respostas de um experimento, ou de uma pesquisa.
Nesse campo, percebo o quanto o perseverar foi e é uma matéria cara, ao olhar aos relatos bíblicos.
Neles, há histórias que bastem de situações que exigiram muita firmeza entre o primeiro passo - as ações e feitos - e o resultado esperado. Sempre que teimaram em encurtar a coisa, deram com os burros n'água. Alguns chegaram a fazer a coisa certa, mas na hora errada e do modo errado. E comprometam tudo.
Às vezes, assusto-me com a quantidade de pessoas - as mesmas, sempre - a atenderem apelos por oração, a frequentarem reuniões, campanhas e outros eventos do desespero à cata de bênçãos, livramentos e milagres. E não faltam os que se aproveitam dessa fraqueza, a explorar-lhes a deficiente disposição em aguardarem que dos céus, lhes chegue a resposta. E dispõem-se mesmo a pagar uma fortuna pela fantasia de poderem chegar lá, andando menos e esperando pouco.
Custa-nos discernir que "TUDO tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu" (Ec 3:1).
Hoje, mais uma vez, fui lembrado disso, do quanto custa-me esperar pelo que não posso controlar. E dessa tentação terrível para apanharmos os atalhos, quaisquer que sejam eles, que nos tragam a ilusão de podermos avançar, ou darmos um jeitinho que agilize tudo, que encurte o caminho longo - e um tempo que desconhecemos - a percorrer.
Como bem recomenda-nos São Paulo: "e, depois de haver feito tudo, ficar firmes" (Ef 6:13).
Ao invés de tentar apanhar um caminho improvisado sob o risco de desviar-me do propósito, do alvo, preciso mesmo é de me firmar. E saber esperar!
quarta-feira, 15 de junho de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011
O CAMINHO DA CONSCIÊNCIA ADULTA EM CRISTO
A ninguém devais coisa alguma, senão o amor recíproco; pois quem ama ao próximo tem cumprido a lei. De fato: Não adulterarás; não matarás; não furtarás; não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
O amor não faz mal ao próximo. De modo que o amor é o cumprimento da lei.
E isso fazei, conhecendo o tempo, que já é hora de despertardes do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando no início cremos.
A noite é passada, e o dia é chegado; dispamo-nos, pois, das obras das trevas, e vistamo-nos, pois, das armas da luz. Assim, andemos honestamente, como de dia: não em glutonarias e bebedeiras, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e inveja.
Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo; e não tenhais energia para dedicar às animalidades do desejo...sejam os excessos do corpo ou as arrogâncias do espírito: tudo isso é carne!
Ora, ao irmão que é fraco na fé e na consciência, acolhei-o, mas não para condenar-lhe os escrúpulos; ou seja: a fragilidade da consciência.
As pessoas estão em níveis diferentes de entendimento e maturidade. Um crê que de tudo se pode comer, e outro, que é fraco, crê que só pode comer legumes.
Quem come não despreze a quem não come; e quem não come não julgue a quem come; pois Deus a todos acolheu!
Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio Senhor ele está em pé ou cai; mas estará firme, porque poderoso é o Senhor para o firmar.
Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente convicto em sua própria mente. A fé nasce e cresce na consciência.
Aquele que faz diferença entre dia e dia, para o Senhor o faz. E quem come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus.
Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si. Pois, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, quer vivamos quer morramos, somos do Senhor.
Porque foi para isto mesmo que Cristo morreu e tornou a viver, para ser Senhor tanto de mortos como de vivos.
Mas tu, por que julgas teu irmão? Ou tu, também, por que desprezas teu irmão?
Pois todos havemos de comparecer ante o tribunal de Deus.
Porque está escrito: Por minha vida, diz o Senhor, diante de mim se dobrará todo joelho, e toda língua louvará a Deus.
Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.
Portanto não nos julguemos mais uns aos outros; antes o seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao vosso irmão.
Eu sei, e estou certo no Senhor Jesus, que nada é de si mesmo imundo a não ser para aquele que assim o considera; para esse é imundo.
Mas se pela tua comida se entristece teu irmão, e insistes em chocá-lo, já não andas segundo o amor. Não faças perecer por causa da tua comida ou bebida ou outras opiniões aquele por quem Cristo morreu.
Não seja pois censurado o bem da vossa liberdade; porque o reino de Deus não consiste no comer e no beber, mas na justiça, na paz, e na alegria no Espírito Santo.
Pois quem nisso serve a Cristo agradável é a Deus e aceito aos homens.
Assim, pois, sigamos as coisas que servem para a paz e as que contribuem para a edificação mútua.
Não destruas por causa da comida a obra de Deus. Na verdade tudo é limpo, mas é um mal para o homem dar motivo de tropeço pelo comer.
Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outra coisa em que teu irmão tropece.
A fé que tens, guarda-a contigo mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.
Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque o que faz não provém da fé; e tudo o que não provém da fé é pecado.
Ora nós, que somos maduros de consciência, devemos suportar as fraquezas dos imaturos, e não agradar a nós mesmos apenas para provar que eles são crianças na fé e na consciência.
Portanto cada um de nós agrade ao seu próximo, visando o que é bom para edificação.
Porque também Cristo não se agradou a si mesmo, mas como está escrito: Sobre mim caíram as injúrias dos que te injuriavam.
Porquanto, tudo que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que, pela constância e pela consolação provenientes das Escrituras, tenhamos esperança.
Ora, o Deus de constância e de consolação vos dê o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Cristo Jesus. Para que unânimes, e a uma boca, glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.
Portanto recebei-vos uns aos outros, como também Cristo nos recebeu, para glória de Deus.
Paulo (o apóstolo)
Postado por
Sandro
às
10:37
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Caminho,
comportamento,
evangelho,
fé,
Graça,
vida cristã
Siga @sandroduarte7
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Marcas da Maturidade
1° Eles têm amor.
2° Eles são vazios de si mesmos.
3° Eles são totalmente entregues para Deus.
4° Eles não buscam a si mesmos.
5° Por não buscarem seus próprios objetivos eles obtêm verdadeiro contentamento.
6° Eles esperam em Deus para saberem o que Ele quer que façam e eles se esforçam ao máximo para cumprir a Sua vontade.
7° Eles, diariamente,abrem mão da suas vontades pela vontade de Deus.
8° Todas as suas capacidades são trazidas em sujeição a Deus.
9° Eles sempre tem o senso da presença de Deus em todas as coisas, quer doces ou amargas.
10° Eles recebem todo prazer e todo sofrimento não como advindas das criaturas de Deus, mas do próprio Deus.
11° Eles não se deixam cativar pela suas concupiscências por coisas criadas.
12° Eles nunca são movidos da verdade pela contradição ou infortúnios.
13° Eles não são enganados por falsas aparências mas consideram as coisas como realmente são, e isso num espirito de bondade e amor.
14° Eles estão armados com toda virtude, p rontos para lutar contra todo pecado e vício e obter a vitória e recompensa em todos os conflitos.
15° Eles observam o que Deus requer deles , ordenam suas vidas concordemente a isso e agem segundo aquilo que professam.
16° Eles são pessoas de poucas palavras,mas com muita vida interior.
17° Eles são irrepreensíveis e justos,mas não se ensoberbecem por causa disso.
18° Eles são retos e sinceros e pregam mais com suas ações do que com seus lábios.
19° Eles não tem nenhum outro alvo além da Glória de Deus.
20° Eles estão dispostos a serem repreendidos e abrirem mão dos seus direitos.
21° Eles não desejam sua própria vantagem e acham que as menores coisas já são boas demais para eles.
22° Eles se consideram menos sábios e dignos que outros homens e são humildes em tudo.
23° Eles copiam o exemplo do Senhor Jesus em todas as coisas e rejeitam tudo o que não é próprio para aqueles que seguem o Senhor.
24° E finalmente, se eles são desprezados por muitos, isso será muito mais bem vindo do que todo favor do mundo.
Via Pão & Vinho
2° Eles são vazios de si mesmos.
3° Eles são totalmente entregues para Deus.
4° Eles não buscam a si mesmos.
5° Por não buscarem seus próprios objetivos eles obtêm verdadeiro contentamento.
6° Eles esperam em Deus para saberem o que Ele quer que façam e eles se esforçam ao máximo para cumprir a Sua vontade.
7° Eles, diariamente,abrem mão da suas vontades pela vontade de Deus.
8° Todas as suas capacidades são trazidas em sujeição a Deus.
9° Eles sempre tem o senso da presença de Deus em todas as coisas, quer doces ou amargas.
10° Eles recebem todo prazer e todo sofrimento não como advindas das criaturas de Deus, mas do próprio Deus.
11° Eles não se deixam cativar pela suas concupiscências por coisas criadas.
12° Eles nunca são movidos da verdade pela contradição ou infortúnios.
13° Eles não são enganados por falsas aparências mas consideram as coisas como realmente são, e isso num espirito de bondade e amor.
14° Eles estão armados com toda virtude, p rontos para lutar contra todo pecado e vício e obter a vitória e recompensa em todos os conflitos.
15° Eles observam o que Deus requer deles , ordenam suas vidas concordemente a isso e agem segundo aquilo que professam.
16° Eles são pessoas de poucas palavras,mas com muita vida interior.
17° Eles são irrepreensíveis e justos,mas não se ensoberbecem por causa disso.
18° Eles são retos e sinceros e pregam mais com suas ações do que com seus lábios.
19° Eles não tem nenhum outro alvo além da Glória de Deus.
20° Eles estão dispostos a serem repreendidos e abrirem mão dos seus direitos.
21° Eles não desejam sua própria vantagem e acham que as menores coisas já são boas demais para eles.
22° Eles se consideram menos sábios e dignos que outros homens e são humildes em tudo.
23° Eles copiam o exemplo do Senhor Jesus em todas as coisas e rejeitam tudo o que não é próprio para aqueles que seguem o Senhor.
24° E finalmente, se eles são desprezados por muitos, isso será muito mais bem vindo do que todo favor do mundo.
Via Pão & Vinho
Postado por
Sandro
às
07:54
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
vida cristã
Siga @sandroduarte7
segunda-feira, 30 de maio de 2011
O Falso Evangelho
Como você pode saber se o evangelho que você tem ouvido na televisão, rádio ou mesmo em alguma igreja, não é falso? O caminho correto é comparar o que você tem ouvido com Evangelho que foi pregado por Cristo e explicado pelos apóstolos nas Escrituras. É importante observar o que está registrado na Bíblia, pois somente a Bíblia oferece o autêntico evangelho. Quando as Escrituras são deturpadas, surgem os falsos evangelhos, os ensinos que são contrários ao padrão bíblico. Então eu gostaria de tratar rapidamente sobre três ensinamentos contrários à Palavra de Deus, que geram falsos evangelhos.
1 – Qualquer ensinamento que promete saúde física perfeita nessa vida como resultado da salvação em Cristo é um falso evangelho.Jesus nunca prometeu que os seus seguidores ficariam livres de qualquer problema de saúde e teriam saúde garantida. O crente também sofre de câncer, tem hepatite e pneumonia. E se não for ao médico e tratar corretamente pode morrer destas doenças. Cristo pagou o preço porque o nosso maior problema era o pecado e não doenças físicas. A Sua morte em favor do pecador serviu como livramento da condenação do pecado. Então, se você está ouvindo um evangelho que promete libertar você de seus problemas de saúde, tome cuidado, porque este é um falso evangelho.
2 – Qualquer ensinamento que nega a realidade do céu e do inferno é um falso evangelho. Satanás quer enganar se possível até os crentes. E muitos hoje acreditam nesta ensino errado. Se observarmos o que Jesus ensinava, vamos perceber que ele falou várias vezes sobre o inferno como um lugar real. Não é uma ilusão ou invenção de alguém. O inferno é um lugar de tormento para todos aqueles que rejeitaram a salvação pela fé oferecida por Cristo. Jesus contou a história do rico e de Lázaro para mostrar a situação do homem que morreu confiando em suas riquezas e estava em tormento neste lugar chamado inferno. Então, se você está ouvindo em sua igreja que o inferno é aqui mesmo, tome cuidado, porque este também é um falso evangelho.
3 – Qualquer ensinamento que defende que todas as pessoas serão salvas mesmo sem arrependimento é um falso evangelho. A Bíblia não ensina em lugar nenhum a salvação universal. As pessoas se agarram ao conceito que Deus é amor e não irá condenar ninguém, porque todos são filhos de Deus. Errado! Deus nunca prometeu que todos os homens serão salvos. Então, se você, está ouvindo que não importa como vai viver sua vida aqui e que Deus vai salvá-lo de qualquer jeito, cuidado, porque este também é um falso evangelho.
"Todo ensinamento que você escuta deve ser avaliado à luz da Palavra de Deus, que oferece o padrão absoluto sobre o que é verdadeiro e o que é falso."
Blog do autor
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Deixe-me ser claro …
Por Frank Viola.
Há um preço a ser pago para que a vontade do Senhor se volte para sua igreja.
Você terá de lidar com algumas situações, como ser mal-entendido por aqueles que abraçaram o cristianismo espectador.
Você carregará as marcas da cruz e morrerá mil mortes no processo de se tornar, com outros crentes, uma comunidade íntima e acolhedora.
Terá de suportar a bagunça que é parte inerente do cristianismo relacional – abandonando para sempre a polidez artificial sustentada pela igreja organizada.
Não compartilhará mais do conforto de ser um espectador passivo.
Em vez disso terá de aprender lições de autoesvasiamento e como se tornar um membro responsável e prestativo de um Corpo que funciona…além do mais, terá de enfrentar a terrível oposição daquilo que certo escritor chamou de ‘as últimas seis palavras da igreja’ – “nós nunca fizemos deste modo antes.”
Você terá de experimentar a antipatia da maioria religiosa por recusar submeter-se à tirania do status quo.
E você incitará as mais severas investidas do Adversário que tentará sufocar o que representa um testemunho vivo de Jesus na sua vida… todavia, assim como o sofrimento que segue aqueles que tomam a estrada menos percorrida, os gloriosos benefícios de viver a vida do Corpo em muito supera o preço a ser pago.
O Senhor edifica sobre vidas quebradas; sua casa é constituída de despojos de combates (1 Co 26:27). Assim sendo, ‘saiamos até Ele, fora do arraial, suportando a desonra que Ele suportou’ (Hb 13:13). Pois é lá que talvez encontremos os batimentos do coração do Salvador”
sábado, 7 de maio de 2011
Quando todos os recursos falham
No dia 27 de abril de 2011 nossa geração perdeu um profeta em um fatídico acidente automobilístico no Texas. David Wilkerson partiu para estar com o Senhor. Sentimos tristeza pela perda, mas louvamos a Deus em agradecimento pelo legado que este servo nos deixou. O devocional a seguir é o último postado em seu blog, escrito algumas horas antes de sua morte.
David Wilkerson (19 de maio, 1931 - 27 de abril, 2011)
Crer quando todos os recursos fracassam agrada muitíssimo a Deus e é altamente aceito por ele. Jesus disse a Tomé “Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram.” João 20:29
Bem aventurados os que crêem quando não existe evidência de uma resposta a sua oração. Bem aventurados aqueles que confiam mais além da esperança quando todos os meios fracassaram.
Alguém chegou a um lugar de desespero, ao final da esperança e ao término de todo recurso. Um ser querido enfrenta a morte, e os médicos não dão esperança. A morte parece inevitável. A esperança se foi. Orou pelo milagre, porem, esse não aconteceu.
É nesse momento quando as legiões de Satanás se dirigem a atacar sua mente com medo, ira e perguntas opressivas como “Onde está teu Deus? Você orou até não lhe restaram lágrimas, jejuou, permaneceu nas promessas e confiou” Pensamentos blasfemos penetraram em sua mente: “A oração falhou, a fé falhou. Não vou abandonar a Deus, porem não confiarei Nele nunca mais. Não vale a pena!” Até mesmo perguntas sobre a existência de Deus acometem sua mente!
Tudo isso foi dispositivos que Satanás empregou durante séculos. Alguns dos homens e mulheres mais piedosos de todas as eras viveram tais ataques demoníacos.
Para aqueles que passam pelo vale da sombra da morte, ouçam essas palavras: O pranto durará algumas tenebrosas e terríveis noites, mas em meio a essa escuridão logo se ouvirá o sussurro do Pai: “Eu estou contigo. Nesse momento não posso lhe dizer por que, mas um dia tudo terá sentido. Verás que tudo era parte de meu plano. Não foi um acidente. Não foi um fracasso da tua parte. Agarre-se com força. Deixe Eu te abraçar nessa hora de dor”
Amado, Deus nunca deixou de atuar em bondade e amor. Quando todos os recursos falham, Seu amor prevalece: Aferre-se a sua fé. Permaneça firme em Sua Palavra. Não há outra esperança nesse mundo.
Fonte: DAVID WILKERSON DEVOTIONALS
David Wilkerson (19 de maio, 1931 - 27 de abril, 2011)
Crer quando todos os recursos fracassam agrada muitíssimo a Deus e é altamente aceito por ele. Jesus disse a Tomé “Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram.” João 20:29
Bem aventurados os que crêem quando não existe evidência de uma resposta a sua oração. Bem aventurados aqueles que confiam mais além da esperança quando todos os meios fracassaram.
Alguém chegou a um lugar de desespero, ao final da esperança e ao término de todo recurso. Um ser querido enfrenta a morte, e os médicos não dão esperança. A morte parece inevitável. A esperança se foi. Orou pelo milagre, porem, esse não aconteceu.
É nesse momento quando as legiões de Satanás se dirigem a atacar sua mente com medo, ira e perguntas opressivas como “Onde está teu Deus? Você orou até não lhe restaram lágrimas, jejuou, permaneceu nas promessas e confiou” Pensamentos blasfemos penetraram em sua mente: “A oração falhou, a fé falhou. Não vou abandonar a Deus, porem não confiarei Nele nunca mais. Não vale a pena!” Até mesmo perguntas sobre a existência de Deus acometem sua mente!
Tudo isso foi dispositivos que Satanás empregou durante séculos. Alguns dos homens e mulheres mais piedosos de todas as eras viveram tais ataques demoníacos.
Para aqueles que passam pelo vale da sombra da morte, ouçam essas palavras: O pranto durará algumas tenebrosas e terríveis noites, mas em meio a essa escuridão logo se ouvirá o sussurro do Pai: “Eu estou contigo. Nesse momento não posso lhe dizer por que, mas um dia tudo terá sentido. Verás que tudo era parte de meu plano. Não foi um acidente. Não foi um fracasso da tua parte. Agarre-se com força. Deixe Eu te abraçar nessa hora de dor”
Amado, Deus nunca deixou de atuar em bondade e amor. Quando todos os recursos falham, Seu amor prevalece: Aferre-se a sua fé. Permaneça firme em Sua Palavra. Não há outra esperança nesse mundo.
Fonte: DAVID WILKERSON DEVOTIONALS
Postado por
Sandro
às
11:07
2
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
Devocional
Siga @sandroduarte7
terça-feira, 3 de maio de 2011
Davi. Censo, Bom Senso e os Dias Atuais
Desobediência.
O povo sempre foi desobediente. Com alguns picos de obediência e paz com Deus, promoveu os maiores espetáculos da terra ao seu favor, mas em estado de desobediência foi capaz de protagonizar terríveis massacres, chacinas, devastações.
Em um momento de recalcitrância israelita, Deus entregou mais uma vez o seu povo às aflições de satanás (I Cr 21:1). Não havia guerra; tudo aparentava estar nos conformes, mas o povo havia provocado à ira de Deus mais uma vez (II Sam 24:1).
Davi recebe a sórdida idéia de executar um dos desejos que permeavam o coração dos reis: saber quantos homens aptos para a guerra ele possuía. Joabe ainda tentou contornar a situação, mas não rolou.
A palavra do rei prevaleceu.
Ora, ele era o rei! É isso o que os reis fazem. Decretam e não esperam resistência.
Os dias atuais ainda revelam tais pensamentos monárquicos. O famoso “manda quem pode, obedece quem tem juízo” parece ocupar a prateleira de cima dos conceitos enraizados na cachola daqueles que acham que são reis.
E no que diz respeito, a saber, quantos soldados Israel possuía, levava-se em conta preceitos particulares da lei. Contava-se o número antes de ir para a guerra ou no caso de se repartir a terra. E em relação à guerra, o próprio Jesus usa como exemplo, dizendo que qualquer rei, quando ameaçado de guerra, senta e verifica se possui guerreiros suficientes para encarar (Lc 14:31).
Nenhum dos dois casos estava em jogo. Havia, sim, uma pulsão dentro do rei em saber quantos homens de guerra ele tinha ao seu dispor. Embora o Capítulo 24 de II Samuel comece afirmando que Deus colocou este impulso em Davi, a leitura conjunta com I Crônicas 21 explica que foi o inimigo de nossas almas que fez isso, debaixo de uma permissão divina.
O que não se precisa é de muita hermenêutica para saber que tal desejo já estava no coração de Davi. Porque tal desejo está dentro de cada um de nós, reis ou plebeus.
Somos tentados a criar nossos filhos acreditando que realizaremos nossas expectativas de vida neles. Percebemos isso quando eles decidem seus próprios futuros, frustrando os sonhos que nós tínhamos para eles.
Tendemos a distinguir as boas amizades das que não valem a pena pela forma como somos bajulados pelos que nos cercam.
Constituímos seguidores para Cristo, até um dado momento, onde “tomamos posse” deles. Quanto maior for à boa vontade em servir, mais somos tentados a escravizá-los ao nosso bel prazer.
Agora imagine o que significava isso para as nações vizinhas de Israel. Os rumores vindos de longe... “Ouve-se por aí que Israel está ajuntando seus soldados”. E quanto ao próprio povo, como explicar tamanha investida? Imagine a imprensa divulgando que o exército brasileiro começou a recensear o país, cadastrando o número de jovens entre 18 e 25 anos, aptos para o serviço militar. Quantas perguntas não seriam feitas ao governo? O que os países aliados pensariam? E os que se consideram ameaçados? Descartaríamos alguma atitude retalhadora movida por medo?
O que se falar nos dias de hoje? Quantas vezes o censo absorve o bom senso, ignorando os limites da fé em busca da comprovação de coro? Convocações, solicitações imperativas, ultimatos, ou seja, lá qual for o nome que derem, percebemos sem muita dificuldade que alguns desses eventos só existem para comprovar números.
“Que se dane a avenida e o trânsito. O que importa é que o jornal do dia seguinte enumere a quantidade de pessoas que eu coloquei nas ruas”.
Se construir o templo não foi possível a Davi, o censo foi perfeitamente realizável, durando mais de nove meses.
Realizar construtos humanos e contabilizar o número de seguidores. Talvez estas também sejam duas tentações dos homens de Deus da minha geração.
Que Deus tenha misericórdia de todos nós.
F. Sales
F. Sales
Postado por
Sandro
às
08:37
3
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
desobediência,
reflexão
Siga @sandroduarte7
Assinar:
Postagens (Atom)





